As digitais colocaram o suspeito na cena do crime e no local da desova.


O episódio tem inicio com uma pessoa localizando um cadáver de uma mulher. O pessoal da perícia foi avisado e chegando ao local constataram que havia mais um corpo de mulher. Ao realizarem exames de DNA nos dois corpos, a perícia concluiu tratar-se de duas irmãs, mas com aparência bem diferente.

Por intermédio das digitais das vitimas, localizaram o endereço delas. A perícia chegou a residência das irmãs mortas de posse de um mandado e ao entrarem no imóvel constataram tratar-se do local do crime. O local da desova onde foram encontradas as irmãs era uma obra onde estava sendo construída uma estrada.

Examinando o local do crime os peritos encontraram muitos vidros quebrados e muitas manchas de sangue pelo chão. Uma das peritas ao aproximar-se da porta do banheiro constatou que a tampa do vaso estava levantada, o que demonstrava que algum homem havia usado o banheiro no dia do crime. Foram colhidas as impressões digitais que estavam na tampa do vaso sanitário.

A necropsia concluiu que uma das irmãs teve morte instantânea ao ter o pescoço quebrado e a outra apresentava manchas e cortes de vidro no rosto e em algumas partes do corpo. Na verificação dos corpos os peritos traçaram aproximadamente a personalidade de cada uma das vitimas. Uma delas, a que teve o pescoço quebrado, usava piercing, tatuagens e brincos o que levou os peritos a concluirem tratar-se de uma mulher que gostava de aparecer, e de estar em evidência.

A outra morta era o oposto, não apresentava nenhuma das características iguais a da irmã e não tinha furo nas orelhas, ou seja, nem brincos usava. Na visão dos peritos, as evidências mostravam que uma era bastante recatada e pouco saia de casa e a outra era bastante extrovertida e tinha uma vida social intensa.

Na residência das mortas tinha um computador e ao analisar o equipamento os peritos descobriram que a irmã recatada mantinha um relacionamento de bate papo por intermédio de chat de um site social e que a freqüência das conversas era quase que diariamente, com um tal de “Great man”. Através de analises realizadas no computador, os peritos descobriram a origem do tal “Great man”

O amigo virtual da irmã recatada era um presidiário que em um dos presídios dos EUA, tinha o privilégio de juntos com outros detentos utilizarem computadores. Um dos peritos ao localizar o presídio, ouviu do responsável que o tal “Great man” havia sido libertado a três dias e que tratava-se de Joseph S.

Os peritos descobriram que o carro de uma das vitimas foi usado para dar sumiço nos corpos. Ao verificarem o veiculo, concluiram que o auto tinha tido um problema de aquecimento e que foi colocado água no radiador. Ao retornarem ao local da desova os peritos colheram impressões digitais que estavam em uma torneira.

Nos EUA tem um banco de impressões digitais de todos os cidadãos americanos. Ao compararem as impressões digitais colhidas na tampa do vaso sanitário e as da torneira próxima ao local da desova concluíram serem as mesmas do ex detento Joseph S. Ao ser interrogado Joseph confirmou o relacionamento virtual com a irmã recatada e que esteve no local do crime no dia do ocorrido.

Informou que jantou com uma das vitimas e que em certo momento a irmã chegou e houve uma discussão entre elas. No meio da discussão uma das irmãs se chocou fortemente contra uma placa de vidro provocando a quebra do objeto. Ao ver a mulher morta Joseph ficou com medo de voltar para a cadeia e resolveu matar a irmã com uma chave de braço quebrando-lhe o pescoço.

A perícia concluiu que a outra mulher morreu com o impacto na placa de vidro e que houve precipitação do assassino que poderia ter tentado provar a sua inocência.

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